Saturday, December 31, 2011

Adioses para 2011







Me despido del 2011 con gratitud. Ha sido un buen año de viajes, lecturas y publicaciones. He conocido nuevos lugares, aprendí de muchos libros y sumé algunas páginas a mi escritura. En lo demás, fue difícil, ciertamente muy difícil. El año próximo no mejorará en esto último. Yo trataré de hacerlo en lo primero. Veremos....

Derecho y Literatura en Brasil. Sobre Dostoiévski




Luis Carlos Cancellier de Olivo (Org.)
Dostoiévski e a filosofia do direito : o discurso jurídico dos irmaos
Karamázov

Ed. da UFSC : Fundação Boiteux,
Florianópolis, 2012, 248 pp.
ISBN 978-85-328-0575-1 Editora da UFSC
ISBN 978-85-7840-051-4 Fundação Boiteux



O hermetismo da linguagem jurídica, o arcabouço dos conceitos jurídicos abstratos, as imensas barreiras simbólicas que separam a Lei do cidadão comum são questões que só podem ser criticamente desveladas a partir de um enfoque extrajurídico, e, sem dúvida alguma, a literatura traz grandiosa contribuições nesse sentindo. A leitura dos ensaios aqui reunidos colabora para fomentar uma visão mais aguda do universo do Direito e também para melhor compreender o potencial que a literatura de Dostoiévski tem de penetrar nas camadas mais profundas do homem e das relações humanas, provando que juristas e literatos têm muito a conversar e a ganhar com essas ricas trocas.


Sumário
Nota explicativa 9
Apresentação 11
1 O literato é o contador da história: ensaio sobre a
dignidade humana em Os Irmãos Karamázov 13
1.1 Introdução 13
1.2 A história permeia a literatura: o literato é um contador de
histórias 16
1.3 O elogio à arte: a dialética da literatura e do direito como
produtos culturais 21
1.4 Uma possibilidade de dignidade humana no discurso do grande
Inquisidor 28
1.5 A questão da liberdade: uma alternativa para se pensar a
liberdade individual-coletiva 34
1.6 Conclusão 39
Referências 41
2 Niilismo e justiça: uma análise a partir do personagem
Ivan Karamazov 45
2.1 Introdução 45
2.2 O discurso da obra 48
2.3 I van e o niilismo – um paralelo com o pensamento nietzschiano....60
2.4 A justiça questionada 70
2.5 Conclusão 76
Referências 78
3 Culpa e punição dos irmãos parricidas: o romance de
Dostoiévski sob a perspectiva da pesquisa em Direito
e Literatura 81
3.1 Introdução 81
3.2 Considerações sobre a pesquisa em direito e literatura: o que já
temos e o que podemos ainda construir 83
3.3 A Família Karamázovi:
a conflituosa relação entre pai e filhos 88
3.4 Parricídio coletivo:
o crime primitivo cometido por Smierdiákov, Ivã e Dimítri 95
3.5 A culpa e a consequente punição dos parricidas: morte, loucura e
cárcere 102
3.6 Conclusão 109
Referências 111
4 As faces de Dostoiévski em Os Irmãos Karamazov 113
4.1 Introdução 113
4.2 Teoria da literatura 114
4.3 Direito e literatura 116
4.4 Dostoiévski: um dos primeiros dentre todos 120
4.5 Os Irmãos Karamázov: a pulsão assassina sem máscaras 124
4.6 A razão dialoga com o subconsciente, os instintos e a fé:
Dostoiévski e sua personalidade 127
4.7 O direito invade a literatura – um erro judiciário: a injustiça de
Dostoiévski vivida em Dimítri Karamazov 133
4.8 Conclusão 139
Referências 140
5 a culpa como produto cultural da sociedade:
intersecção entre direito e literatura em Os Irmãos
Karamazov 143
5.1 Introdução 143
5.2 Direito e literatura: união em proporções indefinidas de áreas
do conhecimento que conservam suas propriedades específicas 144
5.3 A Rússia de Os Irmãos Karamázov 147
5.4 Personagens de uma história lúgubre: Fiódor Pávlovitch e
Dimítri Fiódorovitch 150
5.5 A culpa como produto cultural da sociedade: o julgamento de
Dimítri 151
5.6 Contribuições para o discurso jurídico 159
5.7 Conclusão 161
Referências 163
6 O princípio da presunção da inocência na acusação
de Dimítri Karamazov 165
6.1 Introdução 165
6.2 A obra 166
6.3 O autor 167
6.4 O princípio da presunção da inocência 168
6.5 A Rússia 171
6.6 A presunção de inocência e o julgamento de Dimítri Karamazov 172
6.7 Conclusão 181
Referências 182
7 O julgamento de Dimítri Karamázov sob a ótica do
direito comparado 185
7.1 Introdução 185
7.2 O acusado – Dimítri Karamazov 186
7.3 Breve retrospectiva: origem histórica da instituição Tribunal
do Júri 187
7.4 A comparação do júri de Dimítri com o atual modelo praticado
no Brasil 190
7.5 Da provável absolvição de Dimítri à sua condenação 201
7.6 Conclusão 203
Referências 205
8 A contraposição ao “homem russo” ou às personagens
femininas dos Karamázov: um ensaio sobre a
marginalização da mulher na sociedade patriarcal
russa do século xix 207
8.1 Introdução207
8.2 Law and literature e direito e literatura: gênese do movimento
e seu desenvolvimento no Brasil.208
8.3 O papel da personagem em direito e literatura 212
8.4 Um recorte da condição feminina na história da Rússia 216
8.5 Até o século xix – história e condição feminina na Rússia 218
8.6 A mulher russa no século xix: evolução?.223
8.7 A mulher em Os Irmãos Karamázov – reflexos de uma sociedade
patriarcal? 226
8.8 Conclusão 233
Referências 234
Sobre os autores

Friday, December 30, 2011

Derecho y Literatura en Brasil. Sobre Camus



Ada Bogliolo Piancastelli de Siqueira
Notas sobre direito e literatura: o absurdo do
direito em Albert Camus

Nota explicativa de Luis Carlos Cancellier de Olivo
Apresentação de José Calvo González
Ed. da UFSC : Fundação Boiteux, Florianópolis, 2011.
159 pp.
ISBN: 978-85-328-0562-1 (Editora UFSC)
ISBN: 978-85-7840-050-7 (Fundação Boiteux)


O propósito desta abordagem final reside em evidenciar como a obra literária é capaz de sensibilizar o leitor para questões legais de difícil acesso numa discussão restrita ao âmbito jurídico. Neste sentido, a obra de Camus foi escolhida para esta proposta por provar-se capaz de discutir questões incontornáveis para a compreensão do funcionamento de uma ordem jurídica. Entre estas questões, encontram-se a generalização opressora do sistema legal e a perseguição do indivíduo que a ele não se enquadra. São indagações básicas desenvolvidas por um autor distanciado do mundo jurídico, mas que, por meio dos reflexos sociais do Direito, captou o sentimento que essa ordem provoca e, com maestria, espelhou-os em sua obra.

Sumário
Nota explicativa, por Luis Carlos Cancellier de Olivo 9
Apresentação, A Propósito de L’Étranger de Camus, o una absurdidad
llena de Sentido (Pro Logos en Derecho y Literatura)
, por José Calvo González 11
Introdução 25
Capítulo I – Bases para uma Teoria do Direito Contado
O Ponto de Partida: o Positivismo Jurídico e o Direito Analisado 31
O Movimento Direito e Literatura 36
A Estrutura Literária do Direito 45
O Direito nas Obras Literárias 48
As Narrativas Instituintes do Direito e da Literatura 52
O Direito Contado e o Direito Analisado de François Ost 58
Capítulo II – O Direito que Surge da Narrativa
A Literatura no Momento da Criação Jurídica 67
Dworkin e a Interpretação Responsável 70
O Direito como Narrativa Ficcional 77
James Boyd White: o Direito como Manifestação Cultural 84
O Direito como Retórica Socialmente Constituída 91
A Opinião Judicial, o Poema e a Vontade de Significação 95
Capítulo III – O Direito e o Absurdo: uma Exposição da Obra “O Estrangeiro”
de Albert Camus
Para Além da Ilustratividade Literária 107
O Absurdo da Completitude do Homem e do Direito a partir de Albert Camus 114
A Ética Absurda em Albert Camus 121
A Justiça Absurda de “O Estrangeiro” 128
Considerações Finais 137
Referências 147

Thursday, December 29, 2011

Actas del I Simpósio de Direito e Literatura. Florianopolis (Brasil) 2010


Prof. Dr. Luis Carlos Cancellier de Olivo





Centro de Ciências Jurídicas. Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis. Brasil)Dir. de la Coleção Direito e Literatura







Luis Carlos Cancellier de Olivo (org.)
Direito e Literatura: Anais do I Simpósio de Direito e LiteraturaFundação Boiteux, Florianópolis, 2011.
v. 1, 162 pp.
ISSN: 2237-3284
SUMÁRIO
DERECHO Y LITERATURA: LA CULTURA LITERARIA DEL DERECHO 13
José Calvo González
Direito, Argumentação e Poder em Julio César 25
Mara Regina de Oliveira
A Intolerância Como Permanente Estado de Guerra 66
Pedro Souza
A Intolerância Como Permanente Estado de Guerra a Partir de
Michel Foucault 72
Emerson Cezar
A Lei como Objeto-em-si (Agamben Poitemista) 78
Raul Antelo
A Loucura... de Mário de Sá Carneiro, e a Nossa (Prova de
Amor)... Jurídica 97
Alexandre Morais da Rosa
O Direito e as Invasões Bárbaras: anotações a partir de Kavafis,
Coetzee e Baricco 104
André Karam Trindade
Lei do Homem. Lei do Antropófago: o Direito Antropofágico
como Direito sonâmbulo 125
Alexandre Nodari
Bionarrativa de la Justicia en el Periodismo Literario de César
Vallejo 146
José Calvo González
SOBRE OS AUTORES




Luis Carlos Cancellier de Olivo (org.)
Direito e Literatura: Anais do I Simpósio de Direito e LiteraturaFundação Boiteux, Florianópolis, 2011.
v. 2, 244 pp.
ISSN: 2237-3284
SUMÁRIO
O AUTO DA COMPADECIDA E O DIREITO: UM ESTUDO JURÍDICO-ARMORIAL 13
Luiz Gustavo Vieira Santos
O DIREITO NA OBRA ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ: O CONCEITO DE LIBERDADE
EM SARAMAGO 42
Louise Pedro Bom
DIREITO E LITERATURA: O RETRATO DO DIREITO DE FAMÍLIA, NOS CONTOS DE
DALTON TREVISAN 53
Ricardo Reis Messaggi e Ana Cecília Parodi
DIREITO E LITERATURA: A FAMÍLIA NOS CONTOS DE NELSON RODRIGUES 78
Ricardo Reis e Carlyle Popp
A CONSTRUÇÃO OBJETIVA DE SÃO BERNARDO: DA CRÍTICA À PRÁTICA
JURÍDICA ATÉ INFLUÊNCIAS TEÓRICAS 103
Matheus fernando Silveira e Nicolle Feller
INTERVENCIONISMO ESTATAL E PRÁTICAS REGULATÓRIAS EM MANHATTAN
TRANSFER 117
Guilherme Ricken
JÚLIO VERNE SOB A PERSPECTIVA DA CIÊNCIA JURÍDICA 129
Jéssica Maibuk, Agatha Cristine Depiné e Josemar Sidinei Soares
O CAÇADOR DE PIPAS: EM BUSCA DO CONTEÚDO JURÍDICO DA
SOLIDARIEDADE 139
Cassio Prudente Vieira Leite e Felipe Miguel de Souza
DAR VOZ AOS OSSOS: JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO E A POESIA DE JULIÁN AXAT 158
Pádua Fernandes
BARTLEBY, A MORAL SOB A TEXTURA DA ERA MODERNA 173
Katerina Pitasse Fragoso
VIDAS SECAS E O MST: UMA FUGA LEGÍTIMA PARA A SOBREVIVÊNCIA 183
Rodrigo A. Sartori
O DIREITO EM MAX HAVELAAR – UM ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE
DIREITO PÚBLICO E ECONOMIA NA OBRA DE MULTATULI 196
Ricardo Pedro Bom Filho
A DESOBEDIÊNCIA CIVIL E O TRANSCENDENTALISMO DA NOVA INGLATERRA:
UMA LEITURA HISTÓRICO-LITERÁRIA DA FILOSOFIA DA MORAL E DO DIREITO A
PARTIR DE EMERSON E THOREAU 209
Fernando Nagib Coelho
O DIREITO NO PAÍS DAS MARAVILHAS 222
Paulo Ferrareze Filho
SOBRE OS AUTORES






Luis Carlos Cancellier de Olivo (org.)
Direito e Literatura: Anais do I Simpósio de Direito e LiteraturaFundação Boiteux, Florianópolis, 2011.
v. 3, 282 pp.
ISSN: 2237-3284
SUMÁRIO
OS TIPOS CRIMINOSOS NAS OBRAS DE SHAKESPEARE 13
João Henrique Pickcius Celant
LITERARIEDADE E DISCURSO RETÓRICO NA OBRA DE HOBBES 22
Fernando Nagib Coelho e Gustavo Zatelli Correa
DIREITO E NARRATIVAS INFANTIS 40
Marina Caume
DIREITO E LITERATURA – A CONTRIBUIÇÃO DA OBRA DE MONTEIRO LOBATO NA
CONSTRUÇÃO DE UMA TEORIA DO DIREITO ANIMAL NO BRASIL CONTEMPORÂNEO 53
Maria Cristina Brugnara Veloso e Camilo Machado de Miranda Porto
A INTERLOCUÇÃO ENTRE AS ESCOLAS LITERÁRIAS E A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA 72
Laila Maia Galvão
O TRÁGICO EM ÉSQUILO COMO MODELO DE FORMAÇÃO HUMANA 91
Tiago Mendonça dos Santos e Josemar Sidinei Soares
A ELEVAÇÃO DA VIDA FÍSICA À MORAL PELO RECONHECIMENTO DO DIREITO 101
Helena Grassi Fontana
A CAVALARIA INOMINÁVEL E A ORDEM JÃO JURÍDICA: POR UMA ÉTICA DA
REPRESENTAÇÃO 110
João Guilherme Dayrell de Magalhães Santos
DIANTE DA LEI: DIÁLOGOS ENTRE FANTASIA E REALIDADE NO ACESSO À JUSTIÇA 119
Franciele Pereira do Nascimento
KAFKA: METAMORFOSEANDO O DESEJO EM CASTRAÇÃO 133
Leilane Serratine Grubba e Mikhail Vieira Cancelier de Olivo
ENTRE QUATRO PAREDES: CLAUSURA DO SER-POLÍTICO EM UMA SOCIEDADE
DEMOCRÁTICA 145
Leilane Serratine Grubba
ESPECTROS DE MARX: SOBRE A RESPONSABILIDADE DO HERDEIRO 160
Julia Sichieri Moura
INSÔNIA: INQUIETAÇÕES ACERCA DA VONTADE DE VERDADE 172
Bruno Garrote Marques
LADY MACBETH, SEM LEI E SEM VIDA 202
Ingrid Quadros de Mello
A TRAVESSIA JAGUNÇA SOB A PERSPECTIVA DA SOCIOLOGIA JURÍDICA – UMA
ANÁLISE A PARTIR DA OBRA GRANDE SERTÃO: VEREDAS 211
Nathália Sanglard de Almeida Nogueira
A LEI É FEITA POR CIDADÃOS “[...] COMO PODE UM CAMPONÊS TER
RAZÃO?”: UMA LEITURA DE FONTAMARA 223
Eliziane Mara de Souza e Patrícia Peterle
O DIREITO COMO ARTE RETÓRICA E VONTADE DE SIGNIFICAÇÃO: AS
CONTRIBUIÇÕES DE JAMES BOYD WHITE 233
Ada Bogliolo Piancastelli de Siqueira
CAMUS E NIETZXCHE: OS FUNDAMENTOS DA MORAL JUDAICO-CRISTÃ NO
JULGAMENTO DE MEURSAULT EM O ESTRANGEIRO 251
Renata Rodrigues Ramos
DIREITO E LITERATURA: ESAÚ & JACÓ DE MACHADO DE ASSIS 261
Sérgio Rubens Birchal Becattini e Camilo Machado de Miranda
SOBRE OS AUTORES






XXX---XXX



Extraordinaria labor, formativa y de difusión, la que viene desarrollando el Prof. Dr. Luis Carlos Cancellier de Olivo desde la Universidade Federal de Santa Catarina y la Fundação Boiteux. Admirado y buen amigo, el Prof. Dr. Luis Carlos Cancellier de Olivo es con toda justicia el más dinámico representante de los estudios de Derecho y Literatura en Brasil, a los que ha sabido imprimir una moderna perspectiva de análisis crítico-social, con reconocido prestigio internacional. Su entrega al Programa de Pós-Graduação em Direito, Centro de Ciências Jurídicas. Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis. Brasil) está resultando en ello decisiva, con resultados brillantes. Mi más sincera felicitación.

Monday, December 26, 2011

Derecho y Literatura en Rusia: Anatoliĭ Fedorovich Koni (1844-1927)





Anatoliĭ Fedorovich Koni (1844-1927),
por Ilya Repin (1844-1930).
The Tretyakov Gallery (Russia) 1898





Derecho y Literatura. Anatoliĭ Fedorovich Koni (1844-1927) (Sobre cultura literaria del Derecho y cultura jurídica de la Literatura en la Rusia imperial de Alejandro II a Nicolás II)”, publicado en Seqüência: revista do Curso de Pós-graduaçao em Direito da UFSC. Estudos jurídicos e políticos (Universidade Federal de Santa Catarina. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil) V. 32 n. 63 (2011), pp. 13-76
Disponible on-line en: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/sequencia/article/view/2177-7055.2011v32n63p13/20639)

Saturday, December 24, 2011

Institut de criminologie de Paris (Université Paris II). Nuevo Dictionnaire



Stamatios Tzitzis , Guillaume Bernard, Denise Jolivet (dir.)
Dictionnaire de la police et de la justice
PUF (Collection Major), Paris, 2011, 400 pp.
ISBN13 : 978-2-13-057784-3

Ce dictionnaire ne prétend se substituer ni aux enseignements magistraux ni aux manuels spécialisés. Il a été conçu et rédigé comme un outil de travail tant pour l'acquisition et la révision des connaissances que pour la recherche scientifique. Il donne donc, pour chaque notion, la définition, les grands principes et les évolutions récentes.
Recouvrant un large champ de la vie sociale, les notices de ce dictionnaire appartiennent aux multiples disciplines des sciences humaines (droit, histoire, philosophie, sociologie), voire plus, à la médecine. Elles abordent tant des questions doctrinales (rétribution, vengeance) que pratiques (autopsie, balistique).
Pour mener à bien cette entreprise tant scientifique que pédagogique, il a été fait appel à plus de quatre-vingt-dix auteurs, des universitaires (chercheurs confirmés mais également doctorants) ainsi que des praticiens spécialisés ((magistrats, avocats, officiers de police et de gendarmerie, psychiatres)) dont beaucoup sont familiers de la préparation et des jurys de concours. Un grand nombre de ces derniers enseigne à l'Institut de criminologie de Paris (Université Panthéon-Assas, Paris II) et participent aux travaux scientifiques publiés par ce dernier, notamment, dans sa revue : les Essais de philosophie pénale et de criminologie.
Ainsi, cet ouvrage offre-t-il un panorama général des questions de police et de justice. Qu'il puisse contribuer à la formation et la réflexion intellectuelles de ceux qui, demain, assureront la sûreté juridique et la sécurité publique.
Les différentes matières traitées, nécessaires à la maîtrise des questions de police et de justice, sont :
• le droit pénal et la procédure pénale ;
• les institutions judiciaires et administratives ;
• le droit pénitentiaire et les libertés publiques ;
• la criminologie et la victimologie ;
• les expertises judiciaire et médicale ;
• la police technique et scientifique.

Stamatios Tzitzis, directeur de recherche CNRS, directeur-adjoint de l'Institut de criminologie de Paris (Université Paris II), professeur associé à l'Université Laurentienne (Canada)
Guillaume Bernard, maître de conférences (HDR) à l'ICES et Sciences Po Paris
Denise Jolivet, secrétaire générale honoraire de l'Institut de criminologie de Paris (Université Paris II).


XXX---XXX

La amabilidad de M. Stamatios Tzitzis me permite añadir a mi biblioteca este nuevo y útil diccionario, sumándolo así al que gentilmente también me obsequió años atrás y que bajo el título de Dictionnaire des Sciences Criminelles (Dalloz, Paris, 1013 pp. ISBN-13: 978-2247045679) reunió –en colaboración con el criminólogo Gérard Lopez– a distinguidos especialistas franceses, belgas, quebequeses y suizos formando un conjunto de más de 300 entradas en materia de ciencias jurídicas, criminalística y policía científica, criminología, Derecho penal, medicina legal, psiquatría jurídica y victimología.





Este nuevo Dictionnaire de la police et de la justice, igualmente bien sistematizado, aporta necesarias actualizaciones tanto de carácter científico-técnico como asimismo doctrinal en campos de especialización jurídica avanzada, lo que sin duda contribuye a dotarlo de extraordinario interés como material de referencia y para el trabajo de investigación superior. Supone pues, a mi criterio, un instrumento imprescindible para docentes, discentes e investigadores en las pujantes titulaciones de Criminología de varias de nuestras Universidades españolas.
A la merecida difusión del fecundo empeño del Institut de criminologie de Paris (Université Paris II), con quien he tenido el honor de colaborar en varias ocasiones, se suma Iurisdictio-Lex Malacitana haciendo viva recomendación de este reciente Dictionnaire de la police et de la justice.

Thursday, December 22, 2011

En torno al subsuelo político de las ideologías jurídicas: Gustav Radbruch








JOSÉ CALVO GONZÁLEZ, Recensión a Nathalie Le Bouëdec, Gustav Radbruch. Juriste de gauche sous la République de Weimar, Presses de l'Université Laval (Collection Dikè), Québec, 2011, 464 pp., en Cuadernos Electrónicos de Filosofía del Derecho (València. España), núm. 22, junio 2011, pp. 216-226 (disponible on-line: http://ojs.uv.es/index.php/CEFD/article/view/561/467)





También en Revista de Estudios Histórico-Jurídicos, Universidad Católica de Valparaiso (Chile), XXXIII, (2011), pp. 711-718 (disponible on-line: http://www.restudioshistoricos.equipu.cl/index.php/rehj/article/viewFile/578/549

Wednesday, December 21, 2011

Noticia. ISLL. Newsletter no. 3: December 2011,




Carla Faralli (Presidente ISLL) y M. Paola Mittica (Coordinatrice ISLL) han publicado el no. 3: December 2011 de Newsletter, y está disponible en http://www.lawandliterature.org/area/documenti/ISLL%20Newsletter%20No.%203.pdf

Tuesday, December 20, 2011

Los sentidos de la escritura



Gianni Gasparini
Tous azimuts. Il senso della scrittura
(Collana: La società continua) Franco Angeli, Milano 2011, 176 pp.
ISBN: 9788856843422

Il libro racconta una storia sulla scrittura attraverso l'esperienza di un autore che scrive a tutto campo o tous azimuts. Alla base di questa storia singolare sta la scommessa che i diversi tipi, generi e ambiti di scrittura specialmente delle scienze sociali e della letteratura - hanno un fondamento comune. Il lettore viene condotto a ripercorrere con l'autore una serie di tematiche che si è tradotta via via in libri e operazioni culturali originali: dalle ricerche sociologiche sul tempo alla proposta degli "interstizi della vita quotidiana" come categoria strategica di analisi della società contemporanea, dalla messa a fuoco di Pinocchio come personaggio archetipico della letteratura universale alla proposta di una critica letteraria "empatica" complementare a quella tradizionale, continuando con una serie di realizzazioni innovative nel campo della poesia, della fiction, del teatro sacro, della spiritualità, di una saggistica poeticamente orientata. Nel finale si parla del libro-sogno cui aspira ogni autore che si confronti con il senso e il mistero inesauribile della scrittura. Questo libro, che intesse un fitto dialogo con oltre duecento autori di scienze sociali, filosofia, letteratura, è stato scritto non solo per raccontare una storia intellettuale atipica ma per cercare di trasmettere e moltiplicare tracce di creatività. Per parlare del bello della scrittura tous azimuts e dell'importanza che i libri continuino a essere sognati prima ancora di essere scritti.

Indici

Razo: scrivire tous azimuts

Ouverture
1. Tracce autobiografiche : l´antefatto
2. Un progetto culturale trasversale
3. Scrivire da free lance
4. If you are a writer

A il tempo i tempi
1. La dimensione sociale del tempo
2. Un approcio umanistico

B. Piccole cose e interstizi Della vita cuotidiana
1. Il pensiero interstiziale
2. Il valore degli intestizi e delle picole cose

C. Bambini poeti
1. Pinocchio : un burattino-bambino
2. Il Piccloo Principe e altri compagni di Pinokkio

D. Gli Aquiloni: Una comunità tra cielo e terra
1. Uma storia, cento storie
2. Um´opera aperta

E. Scrivere di natura
1. Come parlare dell´ambiente naturale
2. Il genios loci e la montagna

F. Accostarse al sacro
1. La sfida del sacro
2. Una spritualità del cuotidiano

G. Una storia in poesia
1. La poesia: un poliedro
2. di che cosa parla il poeta
3. La forma Della poesia

H. Empatia e crititica letteraria
1. Poeti e critici
2. Esemplificazioni dal vivo
3. Fremito e debito

Finale
1 Il libro-sogno
2. Ciò che resta da dire
3. Scrivi: non è qui perfetta letizia

Vivere di scrittura. Un dialogo-intervista con Gi(ov)anni Gasparini, a cura di Cristina Pasqualini

Ringraziamenti
Postfazione. La chiosa e il dono imprevisto, di Duccio Demetrio

Bibliografía
Indici dei nomi

Monday, December 19, 2011

Sobre agitaciones campesinas en Andalucía, finales del s. XIX





Clara Lida,
La Mano negra. Anarchisme rural, sociétés clandestines et répression en Andalousie (1870-1888)
traduit de l’espagnol par Donato
Editions L'échappée (Coll. Dans le feu de l'action)
Montreuil, 2011, 128 pp.
ISBN-13: 978-2915830484

Présentation de l’éditeur :
1878, la révolte s’étend à toute la campagne de l’Andalousie occidentale : les fermes et les oliveraies sont incendiées, le bétail massacré, les vignes arrachées, les boulangeries pillées, les maisons de maîtres occupées… À l’origine de ces actions, la FRE (Fédération régionale espagnole), section ibérique de l’AIT (Association internationale des travailleurs), compte alors plus de 30 000 adhérents dans cette région. En 1883, dans les provinces andalouses de Séville et Cadix, une série de délits est attribuée à une organisation secrète appelée Mano negra. Accusés de vouloir renverser le gouvernement et éliminer l’aristocratie des grands propriétaires terriens en recourrant aux moyens les plus extrêmes comme « le fer, le feu et la calomnie », une répression féroce s’abat sur les militants paysans et internationalistes. Ce livre raconte les prémices du mouvement anarchiste en Espagne et le rôle essentiel joué par les mouvements paysans. Il décrit aussi une manipulation de l’État qui, aidé par l’oligarchie andalouse et par la presse, n’hésite pas à utiliser tortures, agents provocateurs, arrestations massives et terreur pour criminaliser un mouvement de révolte. Sept ouvriers agricoles accusés d’appartenir à la Mano Negra sont garrottés en juin 1884. Cette exécution suscite l’effroi dans toute l’Europe et marquera profondément le mouvement libertaire espagnol.


---XXX---
Se trata de la edición francesa de una de las más fecundas investigaciones sobre los hechos revolucionarios vinculados al movimiento de La Mano Negra, y su ulterior represión. Su autora, Clara Eugenia Lida (Buenos Aires, 1941), de modélica trayectoria académica y científica, ha tenido siempre toda mi admiracion.
J. C. G.

Sunday, December 18, 2011

VÁCLAV HAVEL ( Praha, 5 de octubre de 1936 - 18 de diciembre de 2011)



-----xxx-----

Ha muerto Václav Havel.



Durante el último período de su presidencia obtuve autorización de la Secretaría del Castillo para traducir, junto a Felipe R. Navarro Martínez, uno de sus discursos. Y elegimos el pronunciado en la Universidad Victoria (Wellington. Nueva Zelanda), el 31 de marzo de 1995, que apareció como “¿Orfandad política de los intelectuales?” en Contrastes. Revista Interdisciplinar de Filosofía (Universidad de Málaga), VIII (2003), pp. 195-201. [Disponible en: http://www.uma.es/contrastes/pdfs/008/14Vaclav_Havel.pdf]



Como introducción redacté el texto titulado “Otra Praga Mágica (y posible). Vashek, un conciudadano en el Estado”, en Contrastes. Revista Interdisciplinar de Filosofía (Universidad de Málaga) VIII, 2003, pp. 187-194. [Disponible en: http://www.uma.es/contrastes/pdfs/008/13Jose_Calvo.pdf]



Havel padecía desde hace varios años un cáncer. Lamento su desaparición. Ahora, sin Havel, quedamos huérfamos de un poderoso y cercano intelectual.



J.C.G.

Saturday, December 17, 2011

Sobre el contenido mínimo de derecho natural de Hart, con novedades





JOSÉ CALVO GONZÁLEZ, Recensión a Mario Ricciardi, Diritto e natura: H.L.A. Hart e la filosofia di Oxford, Edizioni ETS (Collana Jura, Temi e problemi del Diritto), Pisa, 2008, 268 pp., en Cuadernos Electrónicos de Filosofía del Derecho, núm. 24, junio 2011, pp. 260-266. Disponible en: http://ojs.uv.es/index.php/CEFD/article/view/1628/1000

Friday, December 16, 2011

Justiniano en Latinoamérica. Digestos jurídicos argentino y nicaragüense









JOSÉ CALVO GONZÁLEZ, "Justiniano en Latinoamérica (Una crónica sobre Técnica legislativa en Derecho comparado", en Cuadernos Electrónicos de Filosofía del Derecho [Universitat de València. ISSN: 1138-9877], n.24 (2011), pp. 22-36


RESUMEN
El texto repasa las iniciativas y desarrollo de políticas que desde el poder legislativo en Argentina y Nicaragua han fraguado en la reciente elaboración de colecciones normativas de sus respectivos sistemas jurídicos. Tales recopilaciones son el Digesto Jurídico Argentino y Digesto Jurídico Nicaragüense y han respondido asimismo a principios de depuración, inventario, armonización consolidación normativa y unificación de la legislación vigente. El autor se interesa por los logros de su programa de desarrollo técnico legislativa, así como por el alcance de tales planteamientos en términos jurídico-político de contribución a la seguridad jurídica y el fortalecimiento del Estado de Derecho.
ABSTRACT
The text reviews the initiatives and development policy from the legislative power in Argentina and Nicaragua have forged in recent collections of their respective legal systems. Such compilations are the Argentine Legal Digest and Nicaraguan Legal Digest and have responded to principles early clearance, inventory, harmonization, normative consolidation and unification of legislation. The author is interested in the achievements of his legislative program of technical development, as well the extent of such approaches in legal and political terms of contribution to legal security and strengthening the rule of law

Disponible en: http://ojs.uv.es/index.php/CEFD/article/view/1621/995



Wednesday, December 07, 2011

Droit et Littérature. Paris. Cycle Histoire Justice 2011. Jean Giono


La salle des pas perdus du palais de justice de Paris







Jeudi 8 décembre 2011
de 18h00 à 20h00 en Grand’chambre
La plume et le prétoire : les écrivains et la justice de leur temps
Jean Giono et l’affaie Dominici
par Denis Salas, magistrat, secrétaire général de l’AFHJ

Manifestation validée au titre de la formation continue des avocats












Jean GIONO
NOTAS SOBRE EL CASO DOMINICI, seguidas de un ensayo sobre el carácter del personaje
trad. de Manuel Peyrou
Sur, Buenos Aires, 1957, 86 pp.




Jean Giono, 1895-1970





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Vid. en este blog entrada de June 28, 2009, "Droit & Littérature aux assises (et téléfilm)", http://iurisdictio-lexmalacitana.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

J. C. G.

Tuesday, December 06, 2011

Sobre Capote en "A sangre fría"/ Capote´s "In Cold Blood"



Ralph F. Voss
Truman Capote and the Legacy of "In Cold Blood"
University of Alabama Press, 2011, 264 pp.
ISBN-13: 978-0817317560


Truman Capote and the Legacy of In Cold Blood is the anatomy of the origins of an American literary landmark and its legacy.
Ralph F. Voss was a high school junior in Plainville, Kansas in mid-November of 1959 when four members of the Herbert Clutter family were murdered in Holcomb, Kansas, by “four shotgun blasts that, all told, ended six human lives,” an unimaginable horror in a quiet farm community during the Eisenhower years. No one in Kansas or elsewhere could then have foreseen the emergence of Capote’s book–which has never gone out of print, has twice been made into a major motion picture, remains required reading in criminology, American Studies, sociology, and English classes, and has been the source of two recent biographical films.
Voss examines Capote and In Cold Blood from many perspectives, not only as the crowning achievement of Capote’s career, but also as a story in itself, focusing on Capote’s artfully composed text, his extravagant claims for it as reportage, and its larger status in American popular culture.
Voss argues that Capote’s publication of In Cold Blood in 1966 forever transcended his reputation as a first-rate stylist but second-rate writer of “Southern gothic” fiction; that In Cold Blood actually is a gothic novel, a sophisticated culmination of Capote’s artistic development and interest in lurid regionalism, but one that nonetheless eclipsed him both personally and artistically. He also explores Capote’s famous claim that he created a genre called the “non-fiction novel,” and its status as a foundational work of “true crime” writing as practiced by authors ranging from Tom Wolfe and Norman Mailer to James Ellroy, Joe McGinniss, and John Berendt.
Voss also examines Capote’s artful manipulation of the story’s facts and circumstances: his masking of crucial homoerotic elements to enhance its marketability; his need for the killers to remain alive long enough to get the story, and then his need for them to die so that he could complete it; and Capote’s style, his shaping of the narrative, and his selection of details–why it served him to include this and not that, and the effects of such choices—all despite confident declarations that “every word is true.”
Though it’s been nearly 50 years since the Clutter murders and far more gruesome crimes have been documented, In Cold Blood continues to resonate deeply in popular culture. Beyond questions of artistic selection and claims of truth, beyond questions about capital punishment and Capote’s own post-publication dissolution, In Cold Blood’s ongoing relevance stems, argues Voss, from its unmatched role as a touchstone for enduring issues of truth, exploitation, victimization, and the power of narrative.


Ralph F. Voss is the author of The Strains of Triumph: A Life of William Inge (University Press of Kansas, 1989) and Elements of Practical Writing (Holt, 1985), editor of Magical Muse: Millennial Essays on Tennessee Williams (University of Alabama Press, 2002), and coeditor of Against the Grain: A Volume in Honor of Maxine Hairston (Hampton Press, 2002). He is coauthor, with Michael Keene, of both editions of The Heath Guide to College Writing (D.C. Heath, 1992, 1995).




Killers Richard Hickock, foreground, and Perry Smith, in suit, walk through the federal courthouse in Topeka in this 1963 photo taken by Bill Snead of the Journal-World, who was then a photographer for the Topeka Capital-Journal.
Fuente: News Photos gallery
In Cold Blood: A Legacy, in Photos
http://www2.ljworld.com/photos/galleries/2005/apr/03/in_cold_blood_a_legacy_in_photos/




Truman Streckfus Persons, Truman Capote, 1924-1984

Saturday, December 03, 2011

Odia el delito y compadece al delincuente, por José Calvo González


Odia el delito, y compadece al delincuente, dibujo de Luis Quintanilla (1893-1978) . Estampas y dibujos en el legado de Paul Quintanilla.

Luis Quintanilla (1893-1978) : estampas y dibujos en el legado de Paul Quintanilla
Exposición Paraninfo de la Universidad de Cantabria, 26 mayo-16 julio 2005
Esther López Sobrado, comisaria
Santander: Universidad de Cantabria : Caja Cantabria : Fundacion Bruno Alonso, 2005




José Calvo González, «Odia el delito, y compadece al delincuente». Memoria de Correccionalismo, Antropología cultural y Literatura popular [Hate crime, and pity the criminal». Memory of Correctionalism, Cultural anthropology and Popular literature]. Publicado en ISLL Papers (A collection of papers submitted to the Italian Society for Law and Literature, edited by M. Paola Mittica). Disponible en: http://www.lawandliterature.org/area/documenti/Calvo%20%202011.pdf



Abstrac
The work covers the circumstances of misleading ascription to the writer Concepción Arenal (1820-1893) as creator the slogan "Hate crime, and pity the criminal". Place the place and date on which this author is mentioned and its context and scope. Determines the direction of the reference according theory of correctionalism to a new horizon; that of social reintegration based on the principle of fraternity. Also use of cultural anthropology and popular literature to show the excesses and deficits of interpretation of the idea of fraternity among the pious institutions (Compagnia del Santissimo Crocifisso in Italy, XVI-XIX centuries) and mendicant groups (Hermandad de Ciegos de Madrid in Spain, XVI-XIX centuries) related to offenders sentenced to death. Finally, the Author suggests that the motto "Hate crime, and pity the criminal" back in the news as a marker of our convictions in the field of public morality and the idea of Human Dignity.